Em meu livro:
“PRINCIPIOS BÍBLICOS QUE CONDUZEM Á PROSPERIDADE”, eu procuro mostrar como é
possível ser prospero aplicando os princípios bíblicos em nosso dia-a-dia. Só a
fé nos princípios bíblicos nos levará a uma vida plena. Para mostrar como os
Legalistas são cruéis, transcrevi parte de uma lição de Escola Dominical, da
Igreja a que pertenci e que me excluiu quando escrevi o livro contra o
Dízimo. O autor da lição é teólogo e
Professor de seminário. O problema é que na época, eu era professor da escola
dominical de minha Igreja e fiquei muito chocado com aquela lição, e recuei-me
a leciona-la. Vejam o que diz a malfadada Lição: e alguém disser: Eu sou crente
e sirvo a Deus e não entregar o dízimo, as sua palavras não são verdadeiras,
ele não é um crente, é pobre espiritualmente falando e materialista, onde o
dinheiro é o “meio” E o “fim” de sua existência. Não serve a Deus, e sim ao seu
egoísmo. Roubar o dízimo é um pecado colocado pelo profeta ao lado de outros, como:
adultério, invocação de demônio e, injustiça social diante dos assalariados,
das viúvas, dos órfãos e dos estrangeiros. Se você se escandalizar porque um
irmão adulterou, outro saiu do nosso meio para invocar demônios num centro
espirita, você tem que se inquietar também por causa daquele que não entrega o
dízimo, pois está em pecado da mesma forma. Pobre e confuso Teólogo! Igualar os
não dizimistas no rol dos Adúlteros, Materialistas, Egoístas, Invocadores de
Demônios, só poderia vir de um Teólogo Legalista, pois a Lei produz o Fariseu,
enquanto a Graça forma Cristão. Como cristão, somos ensinados pelos Apóstolos,
aos quais Cristo confiou a missão de doutrinar a Igreja, que não devemos ser
adúlteros, nem mentirosos, nem materialistas, nem egoístas, nem roubadores, nem
invocadores de demônios e nem injustos, mas os apóstolos nunca nos ensinaram a
sermos dizimistas. Quisera saber que autorizou este Fariseu Moderno, Teólogo do
Absurdo, a menosprezar e insultar aqueles por quem Cristo deu a vida, em nome de
uma doutrina estranha aos ensinamentos apostólicos. Um Pastor que, em nome do
dizimo, serra seu punhos e vocifera do Púlpito de sua Igreja, dizendo as
Barbarias que esse Professor de Teologia ensina, pode saber que é um Pastor
igual aos descritos em Ezequiel 34. O dizimo se mostra conflitante, quando
entre os defensores desta doutrina, existem muitas contradições. Uns ensinam
que o dizimo deve ser dado da renda bruta, outros ensinam que é da renda
liquida. Outros mais Fanáticos, dizem que devemos dizimar os empréstimos
Bancários e até mesmo os prejuízos! Muitos Irmãos me escrevem contando os
conflitos de suas Igrejas. São pessoas machucadas por Pastores cruéis, que as
oprimem por causa do Dízimo. São impedidas de exercerem seus Ministérios,
porque são consideradas como Lixo por não serem Dizimistas. Conheci um Pastor
que, numa colheita de café, os crentes de sua Igreja, que era Cafeicultores,
não venderam o café por ocasião da colheita, por ser nesta época de safra,
muito barato. Aquele Pastor, num gesto Tresloucado, como se fosse um Imperador,
foi aos Sítios dos seus Membros e obrigou-os a separarem os Dez por Cento de
suas colheitas, e em seguida vendeu o café, com a alegação de que eles não
podiam ficar com o Dízimo do Senhor. Aquele Pastor não vive pela fé, mas pelo
zelo que tem em receber os dízimos, que, segundo ele, é do Senhor.
PREGADORES DE
DÍZIMOS EMENDAI-VOS!
O dízimo gera
conflitos na Igreja, porque o Espirito Santo não acampa essa doutrina. Por mais
que as Denominações tentem colocar na mente de seus membros, o dever de
dizimarem, não conseguem. Os Pastore fazem de tudo, pregam o Evangelho do
Terrorismo, tentam através da doutrina da Retribuição, mas não adianta, poucos
por medo, tornam-se Dizimistas. Muitas denominações, por não encontrarem no Novo
Testamento uma base para o Dízimo, introduzem em seu Código de Doutrina, o
Dízimo. Assim acham forças para impor essa prática estranha aos ensinamentos
dos Pais da Igreja. Finalizando este Capítulo, quero dizer que o comentário do
Pastor Caio Fábio, em seu Livro: “Uma Graça Que Poucos Desejam”, é bem melhor
que tudo que li até hoje sobre a contribuição. O seu entendimento é melhor,
porque não se prende ao dízimo da Antiga Aliança, mas a contribuição da Nova. O
Pastor Caio não poupa critica a certos Dizimistas. Quando na página Dezoito de
eu citado livro diz:
A maioria das
pessoas que eu conheço contribui ainda com medo de Deus. Ou então o faz na
estreita medida do dizimo. Porque Malaquias chama de Ladrão àquele que não
contribuiu, então resolve Quitar seu Carnê do Reino (Ml. 3:8-9). Todavia, essas
pessoas fazem isso com o mesmo sentido de Obrigatoriedade com o qual pagam a
Conta de Luz, a Água ou Aluguel do Apartamento. Não lhe move o Coração o temor
do Senhor. Não se sentem comovidas pela Graça. Quem apenas dá o dízimo ou se
deixa motivar a contribuir pelos mesmos sentimentos daqueles que liquidam uma
conta para não terem o nome no S.P.C., ainda não passou da Velha Aliança para a
Nova, ainda não pensa como cristão, mas raciocina como Legalista Judeu. O Pastor
Caio Fábio definiu muito bem a Nova Ordem da Contribuição, não mais o dizimo da
Velha Aliança Legalista, mas a contribuição livre e Voluntária da Nova, que
nasce no coração cheio de Amor. A Lei produz o Fariseu Legalista, cheio de si e
acusador, mas a Graça cria o Cristão, Humilde, Amoroso e cheio de Fé. O
conflito gerado pelo dizimo pode chegar ao extremo por não ser cristão, sempre
que o dizimo vem àtona, surge como enorme falta de amor e de misericórdia.
Quando recebo cartas de Irmãos e Irmãs, reclamando e contando as Humilhações
que sofrem em suas Igrejas por causa do dízimo, eu posso compreender muito bem.
A minha experiência mostra o que certos lideres são capazes de fazer em nome do
dizimo. Eu era Presbítero, muito ativo no ministério. Pregava constantemente o
amor de Cristo para meus irmãos e não podia concordar com a opressão e a falta
de respeito com que alguns Pastores havia com os não dizimistas. Resolvi então
me levantar em defesa de meus irmãos; escrevi o meu primeiro Livro com o
titulo: “PORQUE DEIXEI DE SER DÍZIMITA”. Quando souberam, ficaram enfurecidos
contra mim, e quando viram minha firmeza em publicá-lo tiveram que fazer uma
escolha; a pessoa ou o dizimo, escolheram ficar com o dizimo e eliminar a
pessoa. Fui posto para fora de minha tão amada Igreja, coisa que me doeu
intensamente. Sempre fui, na medida de minhas posses, um bom contribuinte. Meu
Carro, minha Casa e meu Telefone, sempre estiveram a serviço da Igreja. Todo
meu tempo, que podia gastar junto a minha família, gastava-o na obra. Nunca
deixei de fazer ofertas voluntarias para a Igreja e também individualmente para
muitos obreiros. Quando da construção do novo templo, algo que tanto desejei,
fiz questão de pagar sozinho toda a mão-de obra do Pedreiro especializado, além
de uma parte do pré-moldado e outra contribuições. Fizeram uma Assembleia para
oficializarem minha expulsão, quando tomei a palavra e pedi aos Pastores que
tivesse misericórdia de mim. Disse a eles que se quisessem eu pediria de
Joelhos para me deixarem no último Banco. Prometi a eles que não abriria minha
boca para falar nada. Queria apenas permanecer juntamente com minha família,
participando da Igreja, que para mim era minha família. Comoveu-me muito a
manifestação de amor e apoio que meus irmãos da Igreja local manifestaram a
mim. Tive que acalmá-los para não tomarem qualquer decisão precipitada. Vendo o
meu pedido insistente, e também a manifestação de carinho que meus irmãos
tinham por mim, achei que os Pastores que compunham o Presbítero me deixariam
ficar no último banco, mas não foi assim, expulsaram-me e foram irredutíveis.
Compreendi então que para muitas Denominações, o dizimo vale muito mais do que
a pessoa. O entendimento deles foi o mesmo que os Judeus tinham em relação ao
Sábado, mas Jesus disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem
por causa do Sábado”. (Mar. 2:27). Será que o dizimo foi feito por causa do
homem ou o homem por causa do Dídimo? Mas como o “vinho novo” é sempre melhor,
e única coisa que hoje me causa arrependimento, é não ter escrito aquele livro
há uns Dez Anos antes! Porque o que Deus fez por mim, a partir daquele impasse,
é algo glorioso. Foi como tirar um Peixe do Aquário e soltá-lo em grandes
águas. Não cesso de dar Glória a Deu pelas grandes vitórias que me tem concedido.
É por isso que
continuo sendo contra o Dízimo Legalista, porque é Fator de muitos Conflitos na
Igreja, mas não sou contra a Oferta Voluntaria que nasce de um compromisso
Voluntario e consciente, que parte do interior para o exterior em forma de Demonstração
de amor pela Obra de Cisto.
Encerrando aqui
está grande aula a cerca do dizimo, eu quero também completar esse trabalho
dizendo que: O meu Irmão Biológico: Valter Desidério Barreto formado em
Teologia, sociologia e filosofia, também sofreu muito com as perseguições no
meio Evangélico, por que ele era de uma Denominação e como ele não apoiava
também esse tipo de comportamento que existiam entre a maioria das Igrejas de
hoje, na qualidade de Pastor, ele também foi expulso do meio dos Lobos! Eu ressentimento acabei de chegar de Manaus,
veio muitas pessoas me fazer revelações do comportamento desses elementos que
se dizem homens de Deus... Cada absurdo que às vezes não dá nem para acreditar
se a gente não tivesse passado também pela experiência que muitos já passaram. E
assim estou dando a minha colaboração, porque está escrito: Conhecerei a
verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32). Tudo aqui está conforme a
palavra de Deus.
Que Deus possa nos
abençoar se se livrar das mãos desses exploradores Mercenários da Fé e que em
breve irá prestar contas a Deus de seus atos ilícitos aqui na terra.
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