segunda-feira, 15 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 10


Em meu livro: “PRINCIPIOS BÍBLICOS QUE CONDUZEM Á PROSPERIDADE”, eu procuro mostrar como é possível ser prospero aplicando os princípios bíblicos em nosso dia-a-dia. Só a fé nos princípios bíblicos nos levará a uma vida plena. Para mostrar como os Legalistas são cruéis, transcrevi parte de uma lição de Escola Dominical, da Igreja a que pertenci e que me excluiu quando escrevi o livro contra o Dízimo.  O autor da lição é teólogo e Professor de seminário. O problema é que na época, eu era professor da escola dominical de minha Igreja e fiquei muito chocado com aquela lição, e recuei-me a leciona-la. Vejam o que diz a malfadada Lição: e alguém disser: Eu sou crente e sirvo a Deus e não entregar o dízimo, as sua palavras não são verdadeiras, ele não é um crente, é pobre espiritualmente falando e materialista, onde o dinheiro é o “meio” E o “fim” de sua existência. Não serve a Deus, e sim ao seu egoísmo. Roubar o dízimo é um pecado colocado pelo profeta ao lado de outros, como: adultério, invocação de demônio e, injustiça social diante dos assalariados, das viúvas, dos órfãos e dos estrangeiros. Se você se escandalizar porque um irmão adulterou, outro saiu do nosso meio para invocar demônios num centro espirita, você tem que se inquietar também por causa daquele que não entrega o dízimo, pois está em pecado da mesma forma. Pobre e confuso Teólogo! Igualar os não dizimistas no rol dos Adúlteros, Materialistas, Egoístas, Invocadores de Demônios, só poderia vir de um Teólogo Legalista, pois a Lei produz o Fariseu, enquanto a Graça forma Cristão. Como cristão, somos ensinados pelos Apóstolos, aos quais Cristo confiou a missão de doutrinar a Igreja, que não devemos ser adúlteros, nem mentirosos, nem materialistas, nem egoístas, nem roubadores, nem invocadores de demônios e nem injustos, mas os apóstolos nunca nos ensinaram a sermos dizimistas. Quisera saber que autorizou este Fariseu Moderno, Teólogo do Absurdo, a menosprezar e insultar aqueles por quem Cristo deu a vida, em nome de uma doutrina estranha aos ensinamentos apostólicos. Um Pastor que, em nome do dizimo, serra seu punhos e vocifera do Púlpito de sua Igreja, dizendo as Barbarias que esse Professor de Teologia ensina, pode saber que é um Pastor igual aos descritos em Ezequiel 34. O dizimo se mostra conflitante, quando entre os defensores desta doutrina, existem muitas contradições. Uns ensinam que o dizimo deve ser dado da renda bruta, outros ensinam que é da renda liquida. Outros mais Fanáticos, dizem que devemos dizimar os empréstimos Bancários e até mesmo os prejuízos! Muitos Irmãos me escrevem contando os conflitos de suas Igrejas. São pessoas machucadas por Pastores cruéis, que as oprimem por causa do Dízimo. São impedidas de exercerem seus Ministérios, porque são consideradas como Lixo por não serem Dizimistas. Conheci um Pastor que, numa colheita de café, os crentes de sua Igreja, que era Cafeicultores, não venderam o café por ocasião da colheita, por ser nesta época de safra, muito barato. Aquele Pastor, num gesto Tresloucado, como se fosse um Imperador, foi aos Sítios dos seus Membros e obrigou-os a separarem os Dez por Cento de suas colheitas, e em seguida vendeu o café, com a alegação de que eles não podiam ficar com o Dízimo do Senhor. Aquele Pastor não vive pela fé, mas pelo zelo que tem em receber os dízimos, que, segundo ele, é do Senhor.
PREGADORES DE DÍZIMOS EMENDAI-VOS!

O dízimo gera conflitos na Igreja, porque o Espirito Santo não acampa essa doutrina. Por mais que as Denominações tentem colocar na mente de seus membros, o dever de dizimarem, não conseguem. Os Pastore fazem de tudo, pregam o Evangelho do Terrorismo, tentam através da doutrina da Retribuição, mas não adianta, poucos por medo, tornam-se Dizimistas. Muitas denominações, por não encontrarem no Novo Testamento uma base para o Dízimo, introduzem em seu Código de Doutrina, o Dízimo. Assim acham forças para impor essa prática estranha aos ensinamentos dos Pais da Igreja. Finalizando este Capítulo, quero dizer que o comentário do Pastor Caio Fábio, em seu Livro: “Uma Graça Que Poucos Desejam”, é bem melhor que tudo que li até hoje sobre a contribuição. O seu entendimento é melhor, porque não se prende ao dízimo da Antiga Aliança, mas a contribuição da Nova. O Pastor Caio não poupa critica a certos Dizimistas. Quando na página Dezoito de eu citado livro diz:
A maioria das pessoas que eu conheço contribui ainda com medo de Deus. Ou então o faz na estreita medida do dizimo. Porque Malaquias chama de Ladrão àquele que não contribuiu, então resolve Quitar seu Carnê do Reino (Ml. 3:8-9). Todavia, essas pessoas fazem isso com o mesmo sentido de Obrigatoriedade com o qual pagam a Conta de Luz, a Água ou Aluguel do Apartamento. Não lhe move o Coração o temor do Senhor. Não se sentem comovidas pela Graça. Quem apenas dá o dízimo ou se deixa motivar a contribuir pelos mesmos sentimentos daqueles que liquidam uma conta para não terem o nome no S.P.C., ainda não passou da Velha Aliança para a Nova, ainda não pensa como cristão, mas raciocina como Legalista Judeu. O Pastor Caio Fábio definiu muito bem a Nova Ordem da Contribuição, não mais o dizimo da Velha Aliança Legalista, mas a contribuição livre e Voluntária da Nova, que nasce no coração cheio de Amor. A Lei produz o Fariseu Legalista, cheio de si e acusador, mas a Graça cria o Cristão, Humilde, Amoroso e cheio de Fé. O conflito gerado pelo dizimo pode chegar ao extremo por não ser cristão, sempre que o dizimo vem àtona, surge como enorme falta de amor e de misericórdia. Quando recebo cartas de Irmãos e Irmãs, reclamando e contando as Humilhações que sofrem em suas Igrejas por causa do dízimo, eu posso compreender muito bem. A minha experiência mostra o que certos lideres são capazes de fazer em nome do dizimo. Eu era Presbítero, muito ativo no ministério. Pregava constantemente o amor de Cristo para meus irmãos e não podia concordar com a opressão e a falta de respeito com que alguns Pastores havia com os não dizimistas. Resolvi então me levantar em defesa de meus irmãos; escrevi o meu primeiro Livro com o titulo: “PORQUE DEIXEI DE SER DÍZIMITA”. Quando souberam, ficaram enfurecidos contra mim, e quando viram minha firmeza em publicá-lo tiveram que fazer uma escolha; a pessoa ou o dizimo, escolheram ficar com o dizimo e eliminar a pessoa. Fui posto para fora de minha tão amada Igreja, coisa que me doeu intensamente. Sempre fui, na medida de minhas posses, um bom contribuinte. Meu Carro, minha Casa e meu Telefone, sempre estiveram a serviço da Igreja. Todo meu tempo, que podia gastar junto a minha família, gastava-o na obra. Nunca deixei de fazer ofertas voluntarias para a Igreja e também individualmente para muitos obreiros. Quando da construção do novo templo, algo que tanto desejei, fiz questão de pagar sozinho toda a mão-de obra do Pedreiro especializado, além de uma parte do pré-moldado e outra contribuições. Fizeram uma Assembleia para oficializarem minha expulsão, quando tomei a palavra e pedi aos Pastores que tivesse misericórdia de mim. Disse a eles que se quisessem eu pediria de Joelhos para me deixarem no último Banco. Prometi a eles que não abriria minha boca para falar nada. Queria apenas permanecer juntamente com minha família, participando da Igreja, que para mim era minha família. Comoveu-me muito a manifestação de amor e apoio que meus irmãos da Igreja local manifestaram a mim. Tive que acalmá-los para não tomarem qualquer decisão precipitada. Vendo o meu pedido insistente, e também a manifestação de carinho que meus irmãos tinham por mim, achei que os Pastores que compunham o Presbítero me deixariam ficar no último banco, mas não foi assim, expulsaram-me e foram irredutíveis. Compreendi então que para muitas Denominações, o dizimo vale muito mais do que a pessoa. O entendimento deles foi o mesmo que os Judeus tinham em relação ao Sábado, mas Jesus disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado”. (Mar. 2:27). Será que o dizimo foi feito por causa do homem ou o homem por causa do Dídimo? Mas como o “vinho novo” é sempre melhor, e única coisa que hoje me causa arrependimento, é não ter escrito aquele livro há uns Dez Anos antes! Porque o que Deus fez por mim, a partir daquele impasse, é algo glorioso. Foi como tirar um Peixe do Aquário e soltá-lo em grandes águas. Não cesso de dar Glória a Deu pelas grandes vitórias que me tem concedido.
É por isso que continuo sendo contra o Dízimo Legalista, porque é Fator de muitos Conflitos na Igreja, mas não sou contra a Oferta Voluntaria que nasce de um compromisso Voluntario e consciente, que parte do interior para o exterior em forma de Demonstração de amor pela Obra de Cisto.
Encerrando aqui está grande aula a cerca do dizimo, eu quero também completar esse trabalho dizendo que: O meu Irmão Biológico: Valter Desidério Barreto formado em Teologia, sociologia e filosofia, também sofreu muito com as perseguições no meio Evangélico, por que ele era de uma Denominação e como ele não apoiava também esse tipo de comportamento que existiam entre a maioria das Igrejas de hoje, na qualidade de Pastor, ele também foi expulso do meio dos Lobos!  Eu ressentimento acabei de chegar de Manaus, veio muitas pessoas me fazer revelações do comportamento desses elementos que se dizem homens de Deus... Cada absurdo que às vezes não dá nem para acreditar se a gente não tivesse passado também pela experiência que muitos já passaram. E assim estou dando a minha colaboração, porque está escrito: Conhecerei a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32). Tudo aqui está conforme a palavra de Deus.
Que Deus possa nos abençoar se se livrar das mãos desses exploradores Mercenários da Fé e que em breve irá prestar contas a Deus de seus atos ilícitos aqui na terra.


domingo, 14 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 09


Os defensores do dízimo, não usam textos do Novo Testamento, não é porque não querem, mas é exatamente porque nada encontram nas doutrinas apostólicas que justifiquem o dízimo. Por isso eles vão para Malaquias, Ageu, Moisés, Antigo Testamento e partem para um Evangelho Terrorista e de retribuições, para convencer os menos Avisados. Como já disse: nada tenho contra os pastores escritores Jacob e Jerônimo, que são meus irmãos em Cristo, a quem respeito, mas não posso concordar com eles quando desentoam da Palavra de Deus. Não posso concordar que a Igreja de Jesus volte para a Maldição da Lei e assim, pise o sangue da Nova Aliança. Guardar Sábado e Dízimos é voltar para servidão.
Estais, pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do julgo da servidão. (Gal. 5:1). O homem é livre para decidir. Cristo ou Moisés? Lei ou Graça? Antigo ou Novo Testamento? O dízimo e o sábado fazem parte do Antigo Testamento; É da Lei do Ministério de Moisés! O Apóstolo Paulo sofreu muito com os novos crentes, que não conseguiam entender o caráter libertador da Graça. Eles queriam introduzir preceitos Judaicos na Igreja, mas Paulo os resistiu veementemente.
Sois vós insensatos que, tendo começado pelo Espirito, cabeis agora pela carne? Todos aqueles, pois que são das obras da lei estão debaixo da Maldição, porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no Livro da Lei, para fazê-las. Cristo nos resgatou da Maldição da Lei. (Gal. 3:3, 10 e 13). Paulo nos ensina que aquele que guarda qualquer preceito da lei, é obrigado a guardar toda lei, se não torna-se maldito. Se alguém guardar o sábado e o dízimo, que são preceitos da lei, está obrigado a guardar toda a lei. Ou tudo ou nada, ou toda a Lei ou toda a Graça. Não podemos remendar. (Luc. 5:36-39). Não amados, não vamos abrir mão da Graça de Cristo.
Os defensores do dízimo não ficam apenas com o evangelho terrorista. Na maioria das vezes, eles introduzem uma outra Heresia; o Evangelho da Retribuição. Eles ensinam que se você der o Dízimo você prospera. Em outras palavras, estão dizendo que não é pela graça, é pelo que você faz! Eu faço, eu mereço; Deus vai me abençoar, porque eu fiz um Ato Legalista. Assim aniquilam a graça de Cristo. Se o ato de dar o dízimo me garante as bênçãos de Deus, como escreveu o Pastor Jacob, na página 22 de seu Livreto, como ficam versículos como:
Mas se é por Graça, já não é pelas Obras: de outra maneira, a Graça já não é Graça. (Rom.11:16). Mas o justo viverá pela fé (Rom. 1:17). Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cisto, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. (Gal. 2:16). Não vem das obras, para que ninguém se glorie (Ef. 2:9). Há muito outros textos bíblicos que mostram, que o Crente não deve fazer para ter direito, mas crer em Cristo. O Cristão verdadeiro deve viver na fé do filho de Deus, como muito bem fez o Apóstolo São Paulo.
... E a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. (Gal. 2:20). Viver pela fé significa crer na bondade do Deus de Amor, que nos ama, e por “tal” amor, nos deu até mesmo eu unigênito filho Jesus, “como nos não dará também com ele todas as coisas”? Tudo podemos alcançar acreditando na graça de Deus, isto é viver pela fé. Aquele que acredita que foi abençoado porque deu o dízimo, não vive pela fé, mas pelas obras. Não confia na bondade e graça de Deus, mas em si mesmo, isto é, fui abençoado porque fui bom, dei o dízimo, cumpri a lei e por isso sou merecedor. Jesus repudiou esta forma de viver quando ensinou o seguinte:
E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros.
O Fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O Publicano, porem, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus tem misericórdia de mim pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, a não aquele. (Luc.18:9-14).
Pregadores de Dízimos Acautelem-vos!
O Pastor Jacob e o Pastor Jerônimo deveriam ouvir o meu testemunho, Converti-me ao Senhor Jesus quando eu tinha vinte e um ano de idade. Meu Pai era Alcoólatra e por isso minha família, minha mãe e eu, vivíamos miseravelmente. Após minha conversão, pela graça de Deus, comecei a prosperar. No inicio, pensando ser doutrina cristã, fui um dizimista fiel, mas quando descobri a verdade, deixei de ser dizimista e tornei-me contribuinte fiel, e isto, há mais de vinte e quatro anos. Vivo sem nenhum temor, tenho prosperado em todas as áreas de minha vida e sei que não é porque sou melhor do que ninguém, mas é pela graça do Senhor Jesus.


sábado, 13 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 08


Recapitulando a primeira parte desse tema:
Cito como exemplo o livro “Os Exterminadores de Riqueza”, de autoria de Jerônimo Onofre da Silveira.
Esse pregador e escritor, em nome do dízimo, prega um evangelho de terror, baseado no medo e na intimidação. A interpretação que ele faz da palavra de Deus, misturando dízimo com demônios, chega às raias do ridículo. Comete o despautério de baratear o sangue do cordeiro, símbolo de Cristo, igualando-o ao dízimo. Em seu livro, acima referido,  página 27, ele afirma: O dízimo é comparado com o sangue do cordeiro como o grande sinal capaz de proteger o cristão, das quatro legiões de demônio. Quem lê os escritos de Jerônimo Onofre da Silveira, chega a decepcionante conclusão que ele elege o dízimo como um deus, acima de Jesus.
Em nome de seu deus, o dízimo, esse pregador ensina coisas que ofendem a doutrina cristã. Na página 22 de seu livro já citado, comentando sobre o poder do dízimo, faz referencia a quatro tipos de demônios que ele os denomina de “Cortador, Migrador, Devorador e Destruidor.” Os quais, segundo ele, não se pode expulsar em nome de Jesus, só através do dízimo. Com essa afrontosa interpretação, esse defensor do dízimo, considera que o nome de Jesus é inferior ao Dízimo. Nada contra a pessoa do Pastor Jerônimo, mas a sua teologia me deixou muito triste. Não posso concordar com ela. O medo e terror que ele procura colocar nos não dizimistas é algo que provoca riso e compaixão ao mesmo tempo!
A miopia espiritual e teológica de Jerônimo, evidenciada em seu livro “Os Exterminadores de Riquezas”, não param aí, vão muito além. Ele se arvora no direito de se unir a Elifaz, Bildade e Zofar, para acusar Jó de pecado. Na página 29 do referido livro, o Pastor Jerônimo acusa Jó de ter perdido tudo por causa do pecado de não ser um dizimista. Jó, para aquele pregador, não é o que o próprio Deus diz, mas um infiel por causa do dízimo. Esta afirmação inconsequente, feita por aquele Teólogo, dá arrepios até em coroça de manga!
O importante não é o que o Pastor Jerônimo diz de Jó, mas o que o Senhor diz.
E disse o Senhor a satanás: Observaste tu o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero e reto, temente a Deus desviando-se do mal. (Jó 1:8).
O homem em são juízo, jamais dirá coisas que vão contra o que disse o Senhor.
Para Elifaz, Bildade e Zofar, acusadores de Jó, o Senhor disse que eles cometeram loucura.
... O Senhor disse a Elifaz, o Temonita: A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos, porque não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
Jó orará por vós; porque devéras a ele aceitarei para que eu vos não trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó. (Jó 42:7-8)
O Senhor definiu muito bem quando disse: “Vossa loucura”, pois é isto que muito pregadores estão fazendo, maltratando os filhos de Deus, proibindo-os de exercerem seus ministérios que o Espirito Santo lhes concedeu, só porque não são Dizimistas. Em nome do Dízimo estão cometendo loucuras.
Jó orou por seus acuadores (Jó 42: 8-9), daquela época. Quem orará por este Elifaz moderno do século XXI? Se esse pregador do Evangelho Terrorista soubesse como é bom viver pela fé, na liberdade com que Cristo nos libertou, jamais ele escreveria as asneiras que o escreveu. Aquele que coloca o nome de Jesus abaixo do dízimo agride frontalmente a palavra de Deus e ofendem a sã doutrina.
Nada se pode comparar com o nome de Jesus, porque não há nome tão poderoso como este. Os Apóstolos davam testemunho de seu poder.
Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um NOME que é sobre todo o nome; para que ao NOME de JESUS se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Fil. 2: 9-11). O próprio Jesus disse: É me dado todo poder no céu e na terra (Mat. 28:18). A mim, a palavra de Deus convence que o Cortador, Migrador, Devorador e Destruidor se dobrarão diante do nome de Jesus. Ajoelharão e confessarão que Jesus é o Senhor.
A você, caro leitor, que aceitou Jesus como Senhor e Salvador, eu digo: se encontrar um desses demônios citados pelo Pastor Jerônimo, ou se encontrar todos eles juntos, expulse-os, não pelo Dízimo, isso é heresia da grossa, mas em NOME DE JESUS.
Em meu nome expulsarão os demônios;... (Mar. 16:17).
Outro pregador e defensor do Dízimo, é o Reverendo Jacob Silva. Em seu Livreto intitulado “Fidelidade”, o Pastor Jacob prega um Evangelho de Terror e de retribuição. Aterroriza os não Dizimistas, falando de um Deus que persegue e toma sua parte através de doenças, Desastres e Tempestades. Prega um evangelho Antibíblico  ensinando a retribuição como se vivêssemos na Antiga Aliança. Fazer para ter direito. Dar o Dízimo para ser abençoado.
Nós, que vivemos pela fé na graça de Cristo, repudiamos esse Evangelho Terrorista e de retribuição. Por mais que fizermos não seremos merecedores de nada. Tudo é pela graça e bondade de Deus. Reduzir a bondade e graça de Deus e condicioná-la ao dízimo é ir contra a mais elementar doutrina cristã. Por causa de ensinamentos assim é que precisamos ouvir o que Jesus ensinou:
Olhai, vigiai e orai:... (Mar. 13:33)
Na página 20 de seu Livreto, já citado, o pastor Jacob ensina o seguinte:
Os irmãos já imaginaram receber seu salario num saco furado? É chegar em casa e ter o que? Não tem nada mais. Ficou tudo no caminho. Porque recebeu em um saco furado. Saco furado na vida do crente é Médico, é Farmácia, é Hospital, é Batida de Carro, é Ladrão que entra em casa, é uma tempestade Inesperada, tudo isto é saco furado, por onde Deus faz vazar aquilo que devia ser entregue a Ele, mas lhe foi negado. Este comentário desnecessário e infeliz, do Pastor Jacob, reduz um Deus de amor em Carrasco e Perseguidor.
Quando o homem estava debaixo da maldição da lei, e antes de Cristo se manifestar, essa mensagem seria verdadeira! Mas para nós que fomos libertados da Maldição da Lei, podemos responder com o mesmo argumento do Apóstolo Paulo que diz:
Aquele que nem mesmo a seu filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
Quem intentará acusações contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.
Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. (Rom.8: 32-34).
O comentário do Pastor Jacob, tem como base Malaquias e Egeu, Profetas do Antigo Testamento, que falaram a Israel e jamais à Igreja.
O que temos, nós cristãos, a ver com Malaquias, Ageu, Templo, Levitas etc.? O Antigo Testamento durou até chegar o Novo, tudo agora se fez Novo.
A lei e os profetas duraram até João: desde agora é anunciado o reino de Deus... (Luc. 16:16).
Já que a Lei e os Profetas Malaquias e Ageu, duraram até João, por que será que o Pastor Jacob não usa um Texto do Novo Testamento para implantar o Dízimo? Não seria mais convincente se usasse um texto escrito por um dos Apóstolos, já que a Igreja permanecia nas doutrinas destes? (Atos 2:42).

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 07

O DIZÍMO NA HISTÓRIA:

A historia bíblica mostra Abraão dando o dizimo a Melquisedeque, que  era rei e sacerdote em Salem. (Gen. 14:18, 28:20 e Heb. 7:1).
O relato bíblico dá conta que Abraão voltava de um grande combate e foi recebido com uma saudação maravilhosa, além de receber pão e vinho do sacerdote Melquisedeque.
Em Gêneses 28:20-22, encontramos Jacó, neto de Abraão, fazendo um voto a Deus. Jacó conhecia a pratica do dízimo, e como naquela época, certamente não era obrigatório, condicionou-o a uma resposta de Deus.
E Jacó votou um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestidos para vestir.
... E de tudo quanto me deres, certamente te darei o Dízimo.
Assim fica claro que no tempo de Abrão de Jacó o dízimo não era obrigatório; o doador podia fazer voto condicional.
Além do dízimo, outras práticas de culto a Deus eram observadas. O sacrifício de animais, por exemplo, era amplamente praticado. Abraão e toda sua descendência, os homens, foram circuncidados. Quando veio a lei, muitas práticas religiosas foram incorporadas a ela por Moisés. A história mostra que antes da lei Mosaica, outros códigos, como por exemplo, o Código de Hamurábi  o Código de Ur-Namu, o Código de filalama e outros, já existiam bem antes do de Moisés, e eram Códigos que traziam aspectos religiosos e também civis.
Para a Nova Aliança, Deus tinha algo especial. Todo o Planta Terra experimentaria um Código melhor que seria de ordem Universal. Jesus, o Grande Líder, traria um reino maior e melhor do que todos os reinos que existiram antes. Com Cristo o mundo teria um novo começo; todas as coisas velhas passariam, inclusive a Lei de Moisés.
A história moderna, ostra como o dízimo reapareceu na era cristã; vejam um pequeno trecho, transcrito da Enciclopédia Morador Internacional, volume 7, página 3.444, que diz:

“3 – ORIGEM DOS DÍZIMOS”.
No cristianismo, os dízimos urgiram relativamente tarde (Séc. VI) é não lograram implantar-se no Império Bizantino e, consequentemente, na Igreja Ortodoxa Grega e nas nascidas da Catequese cristã Bizantina Russa. A fundamentação dos dízimos decorre da interpretação de textos do Antigo e Novo Testamento, bem como do exemplo de práticas correntes no Judaísmo e, até certo ponto, nas Primitivas Comunidades Cristãs. O direito Eclesiástico do Ocidente Cristão ocupa-se fartamente dos dízimos, a partir da Idade Média, bem como vários concílios regionais ou ecumênicos.

4 – OS DÍZIMOS NO ANTIGO TESTAMENTO.
Até o cativeiro da Babilônia, os dízimos da Agricultura e primícias do gado eram consumidos, pelo respectivo proprietário hebreu, num banquete ritual e festivo, do qual participava o Levita local e em lugar consagrado a Yahvé. Caso ficasse longe, vendiam-se os produtos do dízimo e comprava-se naquele lugar, tudo quanto fosse necessário ao banquete. (Det. 14:22-27). De três em três anos, os dízimos das colheitas deviam ser dados aos pobres da cidade (O Estrangeiro, o Órfão e a Viúva) e levita (Dt. 14: 28-29). Esse festim sacro simbolizava o reconhecimento do domínio eminente do solo por Deus, que dera a terra de Canaã ao seu povo. Com efeito, no Antigo Oriente Próximo era costume que o proprietário recebesse do arrendatário um décimo dos produtos do solo.
4.1 – A disposição do Deuteronômio, que centralizou num único lugar (que veio a ser Jerusalém). O culto de Yahvé e o consumo ritual dos dízimos (Dt. 12:6-7-17-19) só foi cumprida parcialmente a partir da reforma religiosa do Rei Josias, embora Salomão houvesse construído o Templo dois séculos antes. Prevaleceu com a teocracia sacerdotal do período pós-exílico, uma vez reconstruído o Templo, destruído por Nabucodonosor.
4.2 – Depois do retorno do cativeiro da Babilônia os dízimos dos frutos do solo passaram a ser entregues aos Levitas e Sacerdotes (estes recebiam um décimo dos mesmos), como contribuição para o custeio do culto do Templo e sustento do seu numeroso pessoal (Num. 18:21-32). Após Nehemias e Esdras, acrescentaram-se aos dízimos agrícolas os do Gado (Lev. 27:32). Até a destruição do Templo por Tito, os Judeus da diáspora (Comunidade Judias espalhadas pelo mundo Helenístico, conquistado gradualmente pelos Romanos) enviavam anualmente valiosas somas de ouro e prata ao santuário. A partir de 71 D.C., o didracma (dois dracmas , equivalente a um meio ciclo de prata do sistema monetário Judeu, que o Templo recebia anualmente dos fiéis, foi cobrado, na Judeia (já província Romana), para Júpiter Capitolino, cujo culto fora substituído pelos Romanos ao de Yahvé.

5- OS DÍZIMOS NO JUDAÍSMO POSTERIOR:
Com o esmagamento da última revolta Judia contra o poder Imperial Romano, a Palestina ficou praticamente esvaziada da sua população adoradora de Yahvé, e o Judaísmo ainda se difundiu mais por todo o Império Romano e ainda além, alcançando com o tempo, uma expansão mundial. A cobrança dos dízimos, de acordo com os preceitos da Torah (O Pentateuco) e os comentários talmúdicos, foi mantida, em dinheiro, nas comunidades Judia para atender às suas necessidades religiosas. Na atualidade, perdeu o caráter decimal e foi substituído por um conjunto de contribuições para fins de cultos, previdência social e beneficência, em princípio voluntárias.

6- O DÍZIMO NO CRISTIANISMO PRIMITIVO:
Nas primeiras comunidades cristãs não houve dízimos, mas oblações, isto é, ofertas voluntarias e de montante variável, que visavam essencialmente a minorar a sorte dos pobres, entre o quais figuravam órfãos e viúvas. Sem dúvida, o Apóstolo São Paulo afirmava o direito dos Pregadores do Evangelho à sua manutenção pelos fiéis, mas timbrava em viver do fruto do trabalho das suas próprias mãos (I Cor. 9:11-14). Frequentemente, aliás, os Evangelizadores recebiam eu sustento das comunidades cristãs, onde se achavam como dá testemunho São Paulo (I Cor. 9: 4-6) e mais tarde a Didaquê ( fim do séc. I; Ensinamento). Em fins do séc. II, Santo Irineu, doutor da Igreja, condenando os Dízimos, cujo ritualismo legalista contrastava com a espontaneidade das oblações, recomendava essas últimas, lembrando que Cristo libertara os homens da opressão da lei antiga (o pacto do Velho Testamento entre Deus e os Hebreus), substituída pela lei da Graça.
6.1 – Nos três primeiros séculos do cristianismo, não houve pagamento de dízimo. São Jeronimo e São João Crisóstomo, ambos  doutores da Igreja (o primeiro, da cristandade de Língua Latina, o outro, da Língua Grega), iniciaram ainda no Império Romano ( séc. IV), a corrente favorável à implantação do dizimo, de acordo com os preceitos do Antigo Testamento. Na parte Oriental do Império Romano, depois Império Bizantino, os próprios Imperadores cristãos opuseram-se à transformação das oblações em dízimos, temendo que prejudicassem a arrecadação dos Impostos Públicos.
6.2 –m Mas, no Ocidente, ao desaparecer o Império, o sistema Fiscal Romano desmoronou-se e o retrocesso econômico, acompanhado de grande escassez monetária, afetou duramente a Igreja, nos reinos merovíngios sobre tudo. Por isso, os concílios regionais de Tours (567), e Mâcon (585) declararam a obrigação do pagamento dos Dízimos, decretada por este último, sob pena de Excomunhão.

7. OS DÍZIMOS MEDIEVAIS:
No entanto, somente com o apoio da Legislação comum, e valendo-se do braço secular quando necessário, pode a Igreja receber regularmente os Dízimos; primeiro, no Império Carolíngio (capitulares [779 em diante] de Carlo Magno), depois, nas demais regiões do Ocidente, que reconhecia a autoridade espiritual da Santa Sé.
A influência Político-Religiosa da França e da Alemanha se fez sentir na introdução dos dízimos nos países vizinhos, sendo consagrada a sua obrigação e definida sua natureza pelo papado, principalmente a partir do II Concílio de Latrão (1179). As decretais dos Papas
Falas e verdadeiras serviram de base às respectivas disposições do direito canônico, nem sempre aceito pelos príncipes e senhores feudal.

Conhecendo um pouco da história, podemos saber que o dízimo de hoje, praticado pela Igreja Protestante, foi implantado pela Igreja Católica Romana.
No entanto, essa prática estranha às doutrinas apostólica foi encampada por muitos grupos evangélicos que o defendem, enquanto a Igreja Católica, que o implantou, já não tem como doutrina.

ENRIQUECIDOS PARA DIZIMAREM:
Os Israelitas eram escravos no Egito e nada possuíam. Assim, Deus nunca exigiu o Dízimo deles. Tirados do Egito e levados, com mão forte, para uma terra que mana leite e mel, os Israelitas receberam, gratuitamente, espaçosas propriedades. Foi então que Deus disse: que tudo que colhessem deveriam dar o dízimo. É por isso que quando eles não traziam os Dízimos, eram chamados de Ladrões.

Para que um Pregador, defensor do Dízimo, possa chamar alguém de Ladrão por causa do dízimo, ele deve fazer o que foi feito a Israel! Quando uma pessoa se converte, dê a ela uma espaçosa propriedade e depois cobre o Dízimo. Se ela negar, então chame-a do que quiser. Mas, por favor, não chame de Ladrão, pessoas que, muitas vezes, não tem nem mesmo uma casa ou um Salário digno, e a Igreja nada fez, ou faz por elas.

AÍ ESTÁ A VERDADEIRA HISTÓRIA DO DÍZIMO.

Continuarei na próxima semana essa leitura a luz da Bíblia para esclarecimento daqueles que ainda não conhecem a verdade com transparência...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 06


ABRAÃO

Abraão, o pai da fé, foi um homem extraordinário, deixou-nos um legado valioso de fé e obediência a Deus, mas não foi ele o homem através de quem o Espirito Santo deu as doutrinas à Igreja. Alguns defensores do dizimo, confrontam-me dizendo que o dizimo é da graça, argumentando que Abraão viveu antes da lei e foi dizimista.
Embora tenha Abraão vivido antes da lei, mesmo assim nada tem a ver com a Nova Aliança que Cristo veio trazer. É muito fácil perceber isso. Se a minha vida cristã tiver como exemplo Abraão, então, deveria me circuncidar, oferecer sacrifícios sobre altar, poderia ter concubinas, pois Abraão só no que diz respeito ao dizimo? Abraão não pode ter vivido em um tempo de graça como o nosso, por isso ele não está com a palavra para a Igreja.

MOISÉS

Moisés foi o instrumento que o Senhor usou para libertar Israel do Egito. Foi um grande líder que o mundo Antigo conheceu. Todavia, Moisés nada tem com a Nova Aliança, mas tudo a ver com a Antiga.

MALAQUIAS

Embora seja considerado profeta menor, é o mais amado e citado pelos defensores do dizimo.
Malaquias foi, sem dúvida, um homem de Deus. A exemplo de Abraão e Moisés viveu em um tempo totalmente diferente do nosso. Ele defendia toda lei de Moisés, e não só o dizimo como querem os defensores desta doutrina. Usam os escritos do profeta somente no que diz respeito ao dizimo, mas calam-se quando ele fala dos holocaustos, dos sacrifícios e de toda a lei de Moisés. Malaquias, a bem da verdade, não defendia o dizimo, mas a lei de Moisés. Basta ler os seus escritos.
Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em horebe para todo o Israel, e que são os estatutos e Juízos (Mal. 4:4).
Pelo texto acima, podemos entender que Malaquias falava a Israel da Antiga Aliança, nada tem conosco que somos de Cristo. Por esta razão, nenhum cristão consciente andará segundo os escritos de Malaquias.

APÓSTOLO

Estes sim foram os instrumentos de Deus para a implantação e fortalecimento da Igreja. Com a morte de Cristo nasceu a Igreja, e sobre a orientação do Espírito Santo e instrumentalidade dos apóstolos, recebeu as doutrinas que haveriam de nortear sua vida.
Enquanto exerceu o seu ministério, Jesus escolheu os apóstolos. Ensinou-os por três anos. Derramou sobre eles o Espírito Santo e os capacitou para o grande ministério que teriam. Lucas fala desse relacionamento entre Jesus e os apóstolos, com respeito à Igreja.
Até o dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado MANDAMENTOS, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera (Atos 1:2).
Jesus passou todas as instruções aos apóstolos, porque seriam eles as colunas da nova ordem inaugurada na cruz. É por isso que quando a Bíblia fala sobre a Igreja, diz que esta permanecia na doutrina dos apóstolos.
E perseveravam na DOUTRINA DOS APÓSTOLOS, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações (Atos 2:24).
A Bíblia não diz doutrina de Abrão, ou de Moisés, ou de Malaquias e nem mesmo de Jesus, mas dos Apóstolos.
É claro quer as doutrinas vieram de Cristo, mas por instrumentalidade dos apóstolos. Por isso diz: “Doutrina dos Apóstolos”.
É o mesmo que a lei. Sabemos que veio de Deus, mas como foi dada através de Moisés, e chamada de lei de Moisés. (Mal, 4:4). Nossa segurança como cristão que fomos libertados da Lei, é a certeza de que o fundamento da nossa fé é a doutrina dos apóstolos.
Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina (Ef. 2:20)
A Bíblia chega a citar alguns nomes de apóstolos, referindo-se a eles como sustentáculos da Igreja. E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as COLUNAS,... (Gal. 2:9). Toda doutrina que Jesus deu à Igreja, deu-a através dos apóstolos, porque quando ele viveu aqui na terra a Igreja ainda não existia.
Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do mandamento do Senhor e Salvador, mediante os vossos apóstolos. (II Pe. 3:2)
Quando a Igreja, recém-nascida, foi confrontada com a Lei de Moisés, os apóstolos se reuniram em Jerusalém, e foram eles que deram o seu parecer.
Na verdade pareceu bem ao espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, se não estas coisas necessárias (Ato 15:28).
Por todos esses versículos e por muitos outros textos do Novo Testamento, tive que responder que o Senhor deu sua doutrina à Igreja por intermédio dos apóstolos.
Você que é dizimista fiel, responda-me com um texto bíblico, se puder; onde foi que os apóstolos ensinaram aos crentes guardar o sábado ou dizimar?
Alguns teólogos contestam-me, dizendo que a Igreja já sabia desta doutrina, por isso os apóstolos não a ensinaram.
Em que pesem o respeito e estima que tenho pelos pastores e teólogos, não posso concordar com essa afirmação. Primeiro: Porque os escritos dos apóstolos, muitos deles foram dirigidos às Igrejas Gentílicas que nada tinham com o Judaísmo. Segundo: Se a Igreja de Jerusalém conhecia o dizimo, conhecia-o como pertencente aos Levitas e não aos Apóstolos.
Naquele momento de crise espiritual, pelo qual passei por causa do dizimo, muita coisa aprendi. Lembro-me de ter perguntado ao Senhor se eu não deveria guardar nada da Antiga Aliança. A resposta foi muito simples. Os apóstolos funcionam, como um filtro entre Antigo e Novo Testamento. Tudo que passou do Antigo para o Novo Testamento, pelo filtro, isto é, pelos apóstolos, devemos observar como sendo a vontade de Deus para a sua Igreja; as demais coisas respeitamos como uma luz que brilhou na história, mas que ofuscada por outra com maior intensidade. Essa luz maior é a Nova Aliança no sangue do Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
A Nova Aliança, que tem como principio maior nos liberta da Antiga.
Estais, pois firme na LIBERDADE com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão ( Gal. 5:1)
Essa revelação de que os apóstolos servem como filtro entre Antigo e Novo Testamento, foi-me muito útil.

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 05


5ª Pergunta: Quando Jesus fez referencia ao dízimo, em Mateus 23:23, a quem ele se dirigiu? Foi à Igreja?
Se a Bíblia é a única fonte confiável da revelação, então, foi nela que fui buscar a resposta para a quinta pergunta. Li versículos como o de Mateus 16:18 que diz:
... E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Observe que o verbo “edificar” está no tempo futuro. Isso quer dizer que a Igreja, ainda não existia.
Veja outro texto:
Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só: mas se morrer, dá muito fruto. (João 12:24).
Nesse texto, Jesus está profetizando sua morte e a consequente formação de sua Igreja. Um grão de trigo que primeiro morre, para depois frutificar e se multiplicar em muitos.
Também está escrito, em I Cor. 12:27 que a Igreja é o corpo de Cristo, assim, segue-se que e Cristo formasse sua igreja enquanto estava aqui, então teria ele dois corpos.
A conclusão que cheguei, e que parece óbvia, é que Cristo nada falou de dízimo para sua Igreja, pois esta ainda não existia. Era apenas um projeto guardado, para, no seu devido tempo, vir à luz.
Jesus viveu e cumpriu o Antigo Testamento, por isso, ele confirmava a lei para os fariseus, não só o dízimo, mas toda a lei. A lei não podia passar sem que fosse cumprida totalmente, e Jesus foi o único que pode cumprir rigorosamente todos os preceitos da lei.
A Nova Dispensação, ou Novo Testamento, teve inicio após a cruz. Ao tomar a ceia com os discípulos, Jesus deixou muito claro isso, quando disse:
Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (Mat. 26:28).
Em outras palavras, Jesus estava dizendo: quando virem o sangue do filho do homem jorrar, sabei que o Novo Pacto é confirmado aos homens.
Como prova, a primeira vez que a Bíblia fala da Igreja já formada, é em Atos 24:47, após a morte do Senhor.
E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam de salvar.
Conclui, então que Jesus nunca doutrinou sua Igreja a cerca do Dízimo.
Outra pergunta que tive que responder foi:
6ª Pergunta: Quando uma lei é criada há sempre uma razão: qual foi o objetivo a ser alcançado com a lei do dízimo?
Basta lermos no Antigo Testamento, no livro de Número, capitulo 18, versículos 20,21 e 24, para sabermos a razão do dízimo.
Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte terás;... E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu ministério que exerce, o ministério da tenda da consagração.
Porque os dízimos dos filhos de Israel, que ofereceram ao Senhor em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança herdarão.
Muitos anos depois de ter o Senhor dito estas palavras, o povo entrou na terra prometida e Josué procedeu a divisão da terra, mas os levitas, uma das tribos, nada recebeu.
Tao somente à tribo de Levi não deu herança;... ( Josué (13:14).
Ninguém pode negar que a razão do dízimo era assegurar a sobrevivência da tribo de Levi na Terra Santa.
Como Deus havia determinado, os levitas habitaram nas cidades e cuidavam do serviço sagrado. Tendo como herança dez por cento de tudo que colhessem seus irmãos.
O dizimo era uma lei Nacional do Estado Judaico. Todos que receberam posses na terra de Canaã, fosse religioso ou não, teria que entregar o Dízimo. Os produtos da terra e os frutos do rebanho, dez por cento era dos Levitas. Não se tratava de dinheiro, mas produto da terra. Terra que gratuitamente receberam como herança.
Outra pergunta que tive que responde foi:
7ª Pergunta: A quem você entrega, aos Levitas como determina a palavra de Deus? E o que você dizima é o produto da terra que você ganhou por herança?
As perguntas minaram minhas convicções quanto ao dízimo, e, nesta altura, já me sentia inseguro e abalado naquilo que sempre acreditei.
Respondi então, que não entregava o dízimo para os levitas, mas para a Igreja, e que o meu dízimo era dinheiro e não produto da terra.
Na verdade, apenas para argumentar, se a Igreja realmente quisesse implantar o dízimo bíblico, deveria ter Currais e também Celeiros para recolher os Dízimos e não Conta Bancaria para o deposito de Dinheiro. Malaquias fala de dízimo e mantimento e não de Dinheiro.
8ª Pergunta: Eu, em algum lugar das Escrituras, dei ordem para alguém receber os dízimos a não ser os Levitas?
Os textos bíblicos que falam sobre dizimo, já transcritos, são claros como a luz solar. O Senhor deu os dízimos como herança aos levitas. Ninguém pode se arvorar no direito de receber os dízimos; eles pertencem aos Levitas.
Porque os dízimos... tenho dado por herança aos Levitas (Num. 18:24) O versículo 21 deste mesmo capitulo diz:
E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os Dízimos...
Muitos Pregadores se equivocam, quando dizem que o dizimo é do Senhor. A Biblia é clara ao afirmar que os dízimos do Senhor ele deu aos Levitas. Sabemos que todas as coisas pertencem a Deus, mas ele entrega aos filhos dos homens e respeita. Minha casa pertence ao Senhor, mas ele deu a mim, então, ninguém pode toma-la de mim. Assim é o dizimo, ninguém pode roubar dos Levitas. Se o Senhor deu o dizimo aos Levitas, então é errado dizer que ele é do Senhor.
Diga sem medo de errar: Os dízimos pertencem aos Levitas.
Respondi que ninguém pode receber o dizimo, pois pertence aos levitas. Quem o recebe o faz por conta própria, porque o Senhor não dá esse direito a mais ninguém.
Foi muito difícil para mim, chegar a essa conclusão, porque depois que amadurecemos em uma Doutrina, só um Milagre para remover-nos; parece que ficamos cegos. É o mesmo que tentar convencer um Católico, que desde criança foi ensinado a crer em Aparecida, que aquilo é Idolatria!
Os Pregadores de dízimos insistem em dizer que aquele que não entrega o dízimo é Ladrão, mas, e quem recebe como seu o dizimo dos Levitas, o que é então?
Para ilustramos o que estamos falando, com mais clareza, criamos o seguinte caso hipotético.
José devia R$ 100,00 (cem reais) para João, e, displicentemente, pagou para Antônio que o recebeu. Resultado: os dois estão errados. José pagou mau e Antônio recebeu o que não lhe pertencia. É exatamente o que acontece quando uma pessoa entrega o seu dizimo para  a Igreja.
A você que é dizimista, eu pergunto: você entrega o dizimo para quem o Senhor ordenou: responda citando um texto bíblico.
Depois de ter respondido esta pergunta, a que me marcou a minha vida foi a seguinte:
9ª Pergunta: Através de quem Eu dei as minhas doutrinas à Igreja, foi através de Abraão, de Moisés, de Malaquias ou através dos Apóstolos?
Minha resposta teve como fundamento a Bíblia, que é a fonte de revelação mais segura.

Estou aprendendo muito com pessoas que iguais a mim
tinham essas duvidas... Mas só através da palavra de Deus
é que conseguimos enxergar melhor, aquilo que não conseguíamos ver antes!
e que infelizmente os "Grandes Lideres" não tem interesse de falar a verdade
sobre o Evangelho puro e autentico.
Me aguardem porque ainda temos muito a esclarecer aos amigos desse meu Blog
Um bom dia a todos. 





quarta-feira, 10 de abril de 2013

DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 04


2ª Pergunta: Todas essas ordenações estão em qual dispensão, Nova ou Antiga?
Respondi, depois de meditar exaustivamente, que as ordenações claras estavam no Antigo Testamento, mas que também o Novo Testamento falava sobre o dízimo.
Após ter respondido desta maneira, imediatamente outra pergunta bastante exigente, que obrigou-me a ler com muita atenção o Novo Testamento, veio ao meu coração.
3ª Pergunta: Onde é que estão escritas as ordenanças para dizimar no Novo Testamento?
Respondi lendo os seguintes versículos:
Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, pois que dizimais a hortelã, o endro, e o caminha e desprezais o mais importante da lei: o juízo, a misericórdia e a fé; porem, fazer estas coisas, e não omitir aquelas (Mat. 23:23).
Li outros textos que falam de dízimo, como: Lucas dezoito, versículo dez a doze, onde fala da oração do fariseu orgulhoso, que dizia que era dizimista. Também não deixei de ler o capitulo sete, versículo cinco de Hebreus, onde diz que os Levitas, segundo a lei, tem ordem para receber o dízimo do povo de Israel.
Respondi que pelo menos em três lugares do Novo Testamento se falava em dízimo, apesar de só em Mateus 23:23 Jesus dizer: “Deveis, porem fazer estas coisas e não omitir aquelas.” Isto é, só em Mateus é que existe ordem para se dar o dizimo.
Satisfeito com as respostas bíblicas que havia dado, pois estava completamente cego, veio outra pergunta.
4ª Pergunta: Em qual dispensação Jesus desenvolveu seu ministério, na Nova ou Antiga? Esta pergunta me apanhou de surpresa, pois nunca havia pensado nisto. Foi por isso que gastei mais tempo para respondê-la.
Novamente tive que examinar a Bíblia para buscar a verdade e descobri que Jesus viveu no Antigo Testamento.
Mas, vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei (Gal. 4:4) “sob”, quer dizer debaixo. Li também Mateus 5: 17, que diz: Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: Não vim abrogar, mas cumprir. “abrogar” significa anular, suprimir, revogar, fazer, cessar. Jesus disse que não veio “abrogar” a lei, mas cumprir. Outros textos também são claros em mostrar que Jesus cumpriu tudo da lei. Veja por exemplo:
E pelo Espirito foi ao templo, e, quando os pais trouxeram o Menino Jesus, para com ele procederem segundo a lei... e quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galileia, para a sua cidade de Nazaré. (Luc. 2: 27 e 29).
Os versículos acima transcritos mostram que Jesus nasceu sob a lei, isto é, debaixo dela, foi levado ao templo para procederem com ele segundo a lei, o que significa ser circundado, e o próprio Jesus disse que veio para cumprir a lei.
Com a intensa pesquisa que fiz, para dar uma resposta firme a essa pergunta, cheguei à conclusão de que Jesus viveu e realizou todo seu ministério dentro da Antiga Aliança, ou seja, Antigo Testamento.
Descobri, também, que a única maneira na época de Jesus de ser Santo e de demonstrar obediência a Deus, era guardando a lei.
Jesus foi um fiel cumpridor da lei, portanto, foi dizimista assim como foi circuncidado, e, também, guardou o sábado.
Se Jesus quebrasse qualquer item da lei, não poderia ser um homem Santo, mas pecador.
Respondi com toda convicção, que Jesus viveu e cumpriu seu Ministério dentro do Antigo Testamento, embora estejam os livros de Mateus, Lucas e João agrupados aos livros que formam o Novo Testamento.
É por isso que a Bíblia é um livro que deve ser estudado, analisado e interpretado. Não é prudente a pessoa ler um texto bíblico e logo formar uma doutrina, sem antes ver o contexto. É preciso fazer uma exegese responsável, consciente e profunda, levando em consideração o tempo e o momento em que o texto foi produzido. Também deve-se ter muito cuidado considerando a cultura da época, a quem o texto se refere e o por que do texto. Nem tudo que está na Bíblia é para a Igreja, mormente do Antigo Testamento.
Após o estudo minucioso que fiz nas Escrituras, e a resposta que dei, outra pergunta me veio à mente.



DÍZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 03


Bom Dia Pessoal!
Quero deixar bem claro que esse trabalho que estou postando a cerca do dizimo
É de um grande Escritor que assim como eu sofreu muito com essas pressões psicológicas por alguns Mercenários de púlpito, e entre a incerteza e a razão, Deus me colocou esse Livro para que eu também tivesse a oportunidade de tirar as minhas duvidas, que eu já me questionava muito antes desse Autor ter escrito esse Livro. Ele apenas veio confirmar o que eu já sabia há muito tempo! O Nome desse Autor é: Fernando Cézar Roelis Padilha. Ele é da Cidade de Mandaguari PR.

Mas aquele Consolador, o Espirito Santos, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas... (Jo. 14: 26
Quando, por fim, tive o discernimento que as perguntas que me vinham à mente eram do Espirito Santo, dei a elas total importância, Passei a respondê-las com temor e reponsabilidade. Para isso, examinava exaustivamente a Bíblia.
Depois de tanto anos, não consigo lembrar a sequencia das perguntas, todavia procurei coloca-las da melhor maneira possível, para que você possa tirar suas próprias conclusões.
Quando isso me aconteceu, não imaginava que um dia se tornaria em um livro. Achava que era só para mim, mas com o passar dos anos, comecei me inquietar ao ver os abusos cometidos por muitos pregadores. Pessoas que, em nome do dizimo, humilhavam impiedosamente a igreja, por quem Jesus deu a sua vida, tratando-a como se fosse um bando de Marginais. Chamando os irmãos de Ladrões, aqueles Pregadores os condenavam ao Inferno.
Estes e outros abusos faziam queimar o meu coração por causa da revelação de Deus em meu entendimento. Foi muito difícil para mim, tomar a iniciativa, por saber que a minha vida, após o Livro, não seria mais a mesma. As pressões e o desprezo que sofri por parte dos que tinham o poder de me excluir, foi algo bastante humilhante, mas Deus deu-me muita força.
Não poso esconder que cheguei a recuar e pensar em não publicar o livro, mas, orando com alguns irmãos, o Senhor usou um em profecia e disse-me o seguinte: “Meu servo, a luz que há em ti foi eu que coloquei você está na palma de minha mão, não temas, vá em frente.” Diante desta palavra não tive alternativa, tive que lançar o livro com o título:” PORQUE DEIXEI DE SER DIZIMISTA”, para mostrar a todos que o lerem que o dizimo não é doutrina cristã.
Feitas essas considerações necessárias, passemos às perguntas que me vieram ao coração.
AS PERGUNTAS E AS RESPOSTAS:
1ª Pergunta: Onde estão escritas ordens sobre o dever de dizimar?
Tomei a Bíblia em minhas mãos e li tudo que nela se encontra sobre o dizimo.
Importante é dizer, que as perguntas não vieram toda de uma só vez, mas conforme eu respondia uma então vinha outra. Enquanto não esgotava exaustivamente todos os meus argumentos, o Espirito Santo não fazia outra pergunta, e isso às vezes levava dias. Deus faz tudo muito bem.
Li, entre outros, os seguintes textos:
Também todas as dízimas do campo, das sementes do campo, do fruto das árvores são do Senhor; Santas são o Senhor.
Tocante todas as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo que passar debaixo da vara, o dizimo será anto ao Senhor (Lev. 27: 30 e 32).
Então haverá um lugar que escolherá o Senhor vosso Deus para ali fazer habitar o eu nome; ali trarei tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos,... (Deut. 12:11)
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro... (Mal. 3:10)
Porque os dízimos dos filhos de Israel, que ofereceram ao Senhor em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas. (Num. 18:24
Depois de ter lido estes textos e outros, respondi, para aquela voz interior, que a Bíblia é muito clara a respeito do dízimo.
Fiquei muito feliz em poder responder e reafirmar minhas convicções sobre o dízimo.
Enquanto penava nisso, outra pergunta veio muito clara em minha mente.

terça-feira, 9 de abril de 2013

DIZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS - PARTE 02

E assim eu vou aos poucos fazendo essa leitura com aqueles que desejam mais esclarecimento da palavra de Deus.

Hoje entendo o que acontece com as pessoas que seguem uma religião pagã, como elas têm dificuldades para e converterem ao evangelho de Cristo. A pessoa, depois que amadurece em alguma doutrina, por errada que seja absolutiza aquele ensinamento e sente-se incapaz de mudar. Deixar de acreditar no que aprendeu, desde a infância, não é fácil.
Era exatamente isso que estava acontecendo comigo. Não era capaz de mudar por mim mesmo, mas a crise é um ótimo remédio. Ela nos desinstala e deixa-nos abertos para ouvir Deus falar.
Naquele tempo, não entendia o que o Apóstolo Paulo queria dizer quando escreveu:
O mesmo Espirito testifica com o nosso espirito que somos filhos de Deus. (Rom. 8: 16)
Também não sabia que podíamos ouvir a voz do Senhor. Paulo estava apenas confirmando o que Jesus ensinou:
As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; (Jo. 10:27)
Certamente Jesus falava desta voz interior, a do Espirito Santo que ele prometeu aos crentes.
Amanhã darei prosseguimento ao nosso bate papo...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

DIZIMO, FATOR DE CONFLITOS NAS IGREJAS

O dizimo, por não ser de natureza cristã, tem sido
a causa de muitos conflitos nas Igrejas. Não só a causa
de conflitos, mas um altar, onde muitos pregadores tem
sacrificado o respeito e o bom senso. Em nome do dizimo,
Pregadores irresponsáveis, os quais, um dia, comparecerão
ante o tribunal de Cristo, têm interpretado a palavra de Deus
de forma esdruxula. Despidos de temor e responsabilidade,
esses teólogos da decadência não sabem o mal que estão
causando aos cristãos por quem Jesus deu a vida.
 

domingo, 7 de abril de 2013

AQUI É O RETRATO ATUAL DESSA LOCALIDADE.

 ESSA É A SITUAÇÃO QUE SE ENCONTRA HOJE ESSE LOCAL QUE UM DIA FOI UMA FEIRA BEM ORGANIZADA DEPOIS DE QUASE 20 ANOS, EU RETORNEI A ESSE LOCAL E FIQUEI MUITO TRISTE EM VER COMO A POPULAÇÃO É DESUMANA, CRUEL, E IMUNDA, PORQUE ESSE LOCAL NA ÉPOCA ERA UM MATAGAL NESSE BAIRRRO DE SÃO JOSÉ 2 ETAPA"B".
 E NO DIA 03 DE MARÇO DE 2013 EU TIREI ESSAS FOTOS PARA MOSTRAR COMO UMA COMUNIDADE QUE NÃO ZELA PELO SEU LOCAL ONDE VIVE, O QUE ELAS SÃO CAPAZES DE FAZER!
AQUI É NO BAIRRO DE SÃO JOSÉ ETAPA "B" NA ZONA LESTE DE MANAUS AMAZONAS.
O ABANDONO TOMOU CONTA DESSA REGIÃO. É LAMENTÁVEL COMO ESSA GENTE É PORCA E DESUMANA.

AS FOTOS DOS BOX QUANDO FORAM ENTREGUES

 AQUI ERA OS BOX QUE TINHA UM TOTAL DE 65 AO TODO.

AQUI ERA A COORDENAÇÃO DA FEIRA.

A FEIRA DE SÃO JOSÉ 2 ETAPA "B" MANAUS AM.

VEJAM COMO AS PESSOAS EM ALGUMAS COMUNIDADES FAZEM QUANDO CONSEGUEM UM BENEFICIO FEITO PELO GESTOR PÚBLICO, AQUI ESTA UM EXEMPLO DE COMO TEM PESSOAS OPORTUNISTAS E APROVEITADORES, DEPOIS DE MUITA LUTA PARA CONSEGUIRMOS ESSA LOCALIDADE PARA SER CONSTRUÍDA ESSA FEIRA, AO RECEBEREM AS CHAVES DOS BOX, EM POUCO DIAS AS PESSOAS QUE FORAM CONTEMPLADAS COM UM DELES, JÁ ESTAVAM REPASSANDO PARA TERCEIROS SEM AUTORIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DA FEIRA E DO SETOR RESPONSÁVEL DA PREFEITURA QUE FISCALIZA. AQUI FOI EM 08 DE JULHO DE 1993 EM UMA QUINTA FEIRA NO BAIRRO SÃO JOSÉ 2 ETAPA "B".
AQUI FOI UMA CONQUISTA DO NOSSO TRABALHO NESSA ORGANIZAÇÃO DA FEIRA COMUNITÁRIA, DEPOIS DE MUITA PERSISTÊNCIA COM O PREFEITO DA ÉPOCA.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A LUTA DE UM LÍDER HONESTO

AQUI FOI UM MOVIMENTO QUE FIZEMOS NESSA ÉPOCA
LIDERADO POR MIM NESSE BAIRRO DA ZONA LESTE
DE MANAUS SÃO JOSÉ 2 ETAPA "B".

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Caso João Felipe: Mãe de manicure entrega caderno em que mulher premeditava crime

Por Francisco Edson Alves


Rio -  Simone Oliveira, de 39 anos, mãe da manicure Suzana de Oliveira, de 22, que matou o menino João Felipe Eiras Bichara, de 6 anos, entregou ao delegado José Mário Salomão da 88ª DP (Barra do Piraí) um caderno com anotações feitas pela filha premeditando a morte de João Felipe.

Em uma das anotações a manicure escreve sobre um possível pedido de resgate de R$ 300 mil. De forma fria, ela detalha inclusive como gastaria o dinheiro. Entre outras coisas, ele seria usado para pagar contas de telefone e comprar uma moto. O delegado, no entanto, adianta que não tem dúvidas de que a verdadeira intenção de susana era matar João Felipe.

>Manicure escreveu em caderno o plano do crime | Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
Manicure escreveu em caderno o plano do crime 
| Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
 

























Escola de Barra do Piraí instala câmeras de segurança

O Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira, em Barra do Piraí, onde João Felipe estudava, retomou as aulas nesta segunda-feira após uma semana fechada. A escola reabre com 16 cãmeras instaladas para monitorar os alunos.

O menino foi morto pela manicure na útima segunda-feira. Ela buscou a criança no colégio e o levou para um hotel, onde o asfixiou com uma tolha. A escola também estabeleceu novas regras para a liberação dos alunos.

Em entrevista apresentada ontem no ‘Fantástico’, da TV Globo, Suzana disse que a mãe do garoto, Aline Bichara, seria sua primeira vítima.

Suzana foi presa em flagrante e indiciada por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel, emboscada e ocultação de cadáver.

O delegado José Mário Salomão  determinou que o pai do garoto, Heraldo Bichara, compareça até amanhã para prestar depoimento. Heraldo já tinha adiado o procedimento alegando que não tinha condições de falar.

O crime chocou a pequena Barra do Piraí, cidade do Sul Fluminense com cerca de 90 mil moradores. Ao longo de toda a semana passada, a população da cidade fez muitos protestos querendo justiça. 

Na terça-feira, a transferência de Suzana para um presídio do Rio foi bastante tumultuada. Policiais do 10º BPM (Barra do Piraí) e guardas municipais tiveram que reforçar a segurança em torno da delegacia da cidade, porque muitos moradores queriam agredir a manicure.

A polícia divulgou o vídeo que mostra Suzana entrando no prédio com o menino João e saindo carregando o corpo da criança. Nas imagens, é possível ver a acusada carregando a mochila da criança ao entrar no edifício.

Após o crime, Suzana cobriu o corpo de João com uma toalha para não levantar suspeitas, imagem captada pelo circuito interno do edifício. Veja o vídeo abaixo.

Fonte:  Jornal O Dia.